quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

PINTAROXO E PINTASSILGO

Carduelis carduelis 2.jpg
Um pintassilgo não é um pinta-pássaros /
é uma ave canora /
que não sei por quê pinta o "silgo "?/
( que seria o "silgo" senhores etimologistas que sabem tudo de palavras gulosas /
e vocábulos que pintam o sete e o "silgo" ?! ) /
Pintarroxo-de-bico-grosso
O Pintarroxo também pinta o roxo /
pinta de lilás-cocô a Catedral de Rouen /
sem a paixão que caracteriza Monet /
que pintou tantas catedrais de Roen sob vários banhos de luz /
conquanto a Catedral em Roeun seja uma só /

Monet pintando a Catedral de Rouen /
pinta-a de luz matinal /
naquela hora do canto passeriforme /
onde tem muitos pássaros celebrando o primeiro esplendor da flor de laranjeira /
que desabrocha na barra da alva /

que tem téu-téu /

Tem téu-téu-da-savana /
Tem pássaro preto tem /
tem tem-tem ? - não, não tem tem-tem não /

mas tem teque-teque /
tem téu-téu tetéu terém-terém tem /
e se tem teque-teque quero também quero-quero /
que vem de trem ou teque-teque este terém-terém /

O que não-quero-não-quero para o quero-quero /
é que caia na matemática e vá visitar o zero /

num arabismo belo como todo arabesco no Alcorão /
( a cultura mulçumana é um belo arabesco /
"Porém Alá é mais sábio, o clemente, o misericordioso " /

Este arabesco que não quero, não quero-quero /
é o inimaginável zero da extinção do téu-téu tetéu terém-terém /

um trem que não quero, não-quero-quero-não para o terém-terém /
Vanellus chilensis (close-up-2).jpg
Não quero a estatística na curva do zero-zero para o que é quero-quero /
isso eu não-quero-não-quero : quero o quero-quero /
longe de ser o nada e o não-ser do zero-zero /

e chega de lero-lero porque o quero-quero é o que quero /
- quero o mero quero-quero vivo /
sem que rime com zero-zero /
fique fora do arabismo do zero /
e não vá também ser signo sem beleza e sem a graça do arabesco árabe arabista /
e acabe vindo-a-ser o ser de frases negativas do alfabeto que as legiões romanas fez do latim /
uma sintaxe de guerra feita para matar /
uma máquina de guerra semiótica e semiológica /
- a guerra : a maior empresa do homem enquanto Estado /
( a guerra : o negócio do Estado )

Ufa! muito menos triste e feia é uma coruja-da-igreja! /
sineira cínica tocando o sino de Diógenes de Sínope /
aquele filósofo cínico da Grécia antiga e filosófica /

que ainda passeia por aí nas energias da mente de outros corpos sãos /
pois a mente humana é um enorme símbolo que recolhe signos e símbolos /
( a grande deusa semiótica semiológica /
de muitos nomes e cabeças de Jano até depois do mês dos césares de Roma /
enfiados no calendário gregoriano que engolimos em conta-gotas anualmente /
ano-bom ano-ruim - não importa! ) /

Agora, para construir um mundo-ninho para pássaro que não passe à extinção /
chame o João, o João-de-barro /
que não é um João ninguém /
nem também um João-sem-terra /

tampouco um canário-da-terra-verdadeiro /

ou um pobre João-pobre
ou algo que voa sobre alga do mar /

tal qual ou igual bem ou mal este mandrião-pomarino supra sumo /

Seria, entretanto, o João-de-barro, bom padroeiro para o pedreiro ou a noivinha /
se pássaro pudesse ser canonizado pela Santa Sé /
tal qual ou igual mal o fizeram com o profeta João Batista /
um João de outro barro e cepa /
que não necessitava de canonização /
porque era santo santo santo em vida de profeta /
batizando a água e abençoando a vida para sempre /
enquanto São Francisco de Assis tenta proteger os irmãos pássaros /
filhos do céu do teque-teque terém-terém e de todos os senhores alados /
quer sejam arcanjos ou aves passeriformes /
não importa em que bioma vivam /
( ó Greenpeace, Greenpeace, Greenpeace /
venha ou vá lá dá a letra lá da melodia o Greenpeace!) /

se no bioma do poeta ou da natureza passiflora da flor de Lineu /
naturalista que escreveu palavras para aves e seres da botânica /
que são poesias mais belas que muitos poemas de poetas sem gueto /

REFERÊNCIAS: CATEDRAL DE ROUEN, FRANÇA, CATEDRAL DE ROUEN, FRANÇA


CATEDRAL DE ROEUN, FRANÇA, CATEDRAL DE ROEN, FRANÇA, WIKIPEDIA,
GUETO, PINTASSILGO, PINTARROXO, GUETO, PINTASSILGO, PINTARROXO, WIKIPEDIA, BELLA SWAN EM TEMPO DE GUETO, BELLA SWAN NO GUETO

BELLA SWAN EM SUA EX-PROFISSÃO ANTIGA - BELLA SWAN EM SUA EX-PROFISSÃO ANTIGA, DESCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉIA, ENCICLOPÉDIA, DESICICLOPEDIA, ENCICLOPÉDIA,

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NINHO DO JOÃO-DE-BARRO - NINHO DO JOÃO-DE-BARRO - JOÃO-DE-BARRO

ARABESCO DE ALHAMBRA - ARABESCO DE ALHAMBRA

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O PRINCÍPIO DA VIDA

O besouro que bateu na minha vidraça /
não fez toc-toc como um coleóptero da coleção de Cecília Meireles /
porque aqui nesta minha charneca da poesia /
é um ser saído de mim /
mas um ser também livre de mim como obra da natureza /
coisa entre coisas da natureza /
que somente me permite captá-lo como objeto /
ao qual dou o ser que entendo /
que me é inteligível /
junto com Lineu e outros zoólogos e companheiros andarilhos pela vida /
inteligência que muda com o tempo, o diálogo peripatético com os filósofos /
e a evolução da minha inteligência de poesia /
pois o ser é a poesia /
é a poesia que dá o ser /
sendo a ontologia da filosofia apenas a dialética /
a lógica na língua como silogismo /
de onde flui o conceito e definição do objeto estudado /
e a classificação em a categorias da razão pura /
na filosofia transcendental de Kant /

Este escaravelho veio de longe /
( e já voou mais longe nas asas do ser ) /
veio de para lá das plagas do antigo Egito /
( cortando o tempo em pedaços poéticos )
veio este escaravelho do velho país da Esfinge de Gizé /
veio velho no corpo do tataravô de antes da poesia ser formada com argamassa humana /
no único ser intelectual vivo e inteligente /
que o homem criou enquanto pensamento e sentimento /
depois que os signos e os símbolos foram ordenados em histórias poéticas /
que eram chamadas de míticas ou lendárias /
( a poesia é o segundo Adão /
o Adão sábio e verdadeiro /
o Buda dos orientais /
o filósofo dos gregos antigos /
o deus dos gregos ainda mais antigos que os muro minóicos
o ser que o homem é /
o ser que dá ser às coisas e ao mundo /
a inteligência suprema /
o ser supremo
que não foi moldada pelas mão do artífice supremo do universo /
mas pelo miserável ser que é o homem /
o trágico animal de Nietzsche ) /
Trichodes apiarius.jpg
Por isso a poetisa Cecília Meireles somente trouxe a poesia do besouro /
e não o besouro /
pois o coleóptero só vem nas águas /
é filho do Moisés bíblico escrito nas águas /
batizado no Jordão pelo verdadeiro profeta da natureza : João Batista /
- que é uma energia presente perenemente na natureza /
esta deusa misteriosa e velada ao ser a que temos acesso pela poesia /
( o batismo é um fenômeno natural que se repete em todas as épocas das águas )
Lucanus-cervus-maskulinum.jpg
Bateu na minha vidraça o velho coleóptero /
que Lineu classificou em sua poesia taxionômica /
( há muita poesia na zoologia e botânica do sábio Lineu )
e o profeta João Batista batizou no Jordão /

O escaravelho é uma máquina da natureza /
cujo milagre é ser uma máquina viva /
cujo corpo flexível é de uma beleza e graça inexcedível /
apto a sobreviver inteligentemente e livremente /
com a sabedoria genética de milhões de anos de vida no livro dos genes /
sem necessidade de qualquer ajuda humanitária ou humana ou sobre humana /
o que difere dos seres que criamos /
das máquinas maravilhosas que construímos com motor /
que voam e correm na velocidade de um conversível de luxo /
porém não são inteligentes nem se regeneram /
não possuem o corpo flexível /
(aliás, não possuem nem corpo, mas mera carcaça nati-morta /
pois já saem das fábricas rígidas e frias como a morte /
enquanto não se liga o motor /
que depende do homem para o acionar e do combustível para funcionar /
Lampyris noctiluca.jpg
Voou sobre terras vaga-lume, que é um coleóptero /
sem se molhar nas bátegas mais espessas da chuva /
nem a tempestade que mais mais fustigou suas asas /
alterou minimamente sua rota nunca rota como a do rígido jato da Airbus /
que sem inteligência despenca no oceano porque incapaz de reparar uma falha /
Leptinotarsa decemlineata
O escaravelho velho veio num vôo melhor que o vôo do helicóptero - o coleóptero /
no mapa traçado por Moisés /
que ainda está na natureza escrito para leitura dos besouros e dos poetas /
sem embargo da estupidez humana /
que tem feito o impossível para esses anais de Moisés desde as sete pragas do Nilo /
num esforço estúpido de suicídio do único animal que em geral não tem siso /
mas somente muito riso... - de palhaço tolo e descontextualizado no circo natural /
Hercules.beetle.arp.jpg
Este escaravelho veio anunciar que a vida renasce /
que a água batiza a vida numa festa anual das cheias do Nilo /
( que a bíblia contextualizou como as sete pragas do Egito /
mas que é apenas o sinal de Moisés para as águas fertilizarem o solo /
e tocarem as trombetas do anjos para a revoada anual /
em que vêm besouros, térmitas, formigas e tudo cria asa e voa /
para a festa da reprodução das águas /
a festa dos insetos regida pelo anfíbio Moisés ) /
Nilo Azul perto de Bahar Dar
Lá ou para lá de onde Allá criou o Delta do Nilo /
de onde veio o escaravelho velho e empoeirado /
que se desprendeu da rigidez da sua escultura fixa em cartuxo e pedra para faraó /
saiu o escaravelho esculpido na rocha da Pirâmide voando de dentro dos hieróglifos /
que o prendiam junto ao Livro dos Mortos /
e abriu o livro dos Vivos /
depois do batismo do profeta João Batista /

O anacoreta João Batista derrama água /
batiza todos os insetos e anfíbios /
que saem em revoada como o fez o escaravelho esculpido na Pirâmide /
deixando vazio o texto do Livro dos Mortos que guia o faraó na sua jornada final /
e abrindo para sempre as páginas do Livro da Vida /

Se o profeta João Batista não continuasse a batizar as águas /
a água não teria nem daria a vida que João batiza no ciclo das águas /
os coleópteros não levatariam voô de vaga-lume /

e Moisés não lideraria os anfíbios /
nem enviaria em missão vital os pilotos alados de todos os insetos /

para reciclar a vida perenemente /
( esta é a Bíblia da vida /
escrita todos os dias nos genes /
e todos os anos nas águas )
Um besouro que deixe de bater na minha vidraça
é uma parte da minha vida que está sendo ceifada /
ano a ano, ó tanajura que não vi este ano /
ó tanajura que amo ano a ano e dia a dia no ano /
tanajura que nem vi no ano passado /
não preciso do jura tanajura pura nem de injúria ou perjúrio /
ao asseverar que nos anais já reduziam dois anos a menos na minha vida /
dois anos que parte da vida morreu /
com a simples ausência de uma única tanajura /
que não virou praga do Egito /
mas fênix extinta /

SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JÃO BATISTA DE EL GRECO, SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JOÃO BATISTA DE EL GRECO

EL PROFETA SAN JUAN BAUTISTA E SAN JUAN EVANGELISTA - O PROFETA SÃO JOÃO BATISTA E SÃO JOÃO EVANGELISTA DE EL GRECO
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Profetas do islão no Alcorão
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آدم ادريس نوح هود صالح ابراهيم لوط اسماعيل اسحاق يعقوب يوسف أيوب
Adão Enoque Noé Éber Selá Abraão Ismael Isaac Jacó José

Shoaib Musa Harun Dhul-Kifl Daud Sulayman Ilyas Al-Yasa Yunus Zakariya Yahya Isa Muhammad
شعيب موسى هارون ذو الكفل داود سليمان إلياس اليسع يونس زكريا يحيى عيسى محمد
Jetro Moisés Aarão Ezequiel David Salomão Elias Eliseu Jonas Zacarias João Batista Jesus Maomé
PROFETAS DO ISLÃO E DO ALCORÃO, PROFETAS DO ISLÃO E DO ALCORÃO, PROFETAS DO ISLÃO E DO ALCORÃO - ISLÃ, ISLAMITA, ISLÃ, ISLAMITA, CROÃO, CORÃO, MOMÉ, MAOME´, MECA, MECA, MEDINA, MEDINA, ISLAMISMO, ISLAMISMO, WIKIPEDIA, BESOURO, COLEÓPTERO, ESCARAVELHO, BESOURO, COLEÓPTERO, ESCARAVELHO, WIKIPEDIA, VAGA-LUME, INSETOS, ANFÍBIIOS, INSETO, ANFÍBIOS, VAGA-LUMES, WIKIPEDIA, VIDRAÇA, CECÍLIA MEIRELES, CHARNECA, VIDRAÇA, CECÍLIA MEIRELES, CHARNECA, WIKIPEDIA, CECÍLIA MEIRELES, BIOGRAFIA, POETISA, WIKIPEDIA, CECÍLIA MEIRELES, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, POETISA, LINEU, OBJETO, INTELIGÍVEL, ANDARILHOS, LINEU, OBJETOS, INTELIGÍVEL, ANDARILHOS, LINEU, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, LINEU, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, KANT, FILÓSOFOS, PERIPATÉTICO, KANT, FIL´SOFOS, PERIPATÉCO, WIKIPEDIA, KANBT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, KANT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, PERIPATÉTICOS, WIKIPEDIA, ECOLA, PERIPATÉCOS, WIKIPEDIA, ESCOLA, SILOGISMO, CATEGORIAS, CONCEITO, LÓGICA, SILOGISMO, CATEGORIA, CONCEITOS, LÓGICA, WIKIPEDIA, FILOSOFIA TRANSCENDENTAL, POESIA, EGITO, ESFINGE DE GIZÉ, FILOSOFIA TRANSCENDENTAL, POESIA, EGITO, ESFINGE DE GIZÉ, WIKIPEDIA, PIRÂMIDE, FARAÓ, HIERÓGLIFOS, PIRÂMIDE, FARAÓ, HUIERÓGLIFOS, WIKIPEDIA, ESCRITA DEMÓTICA, EGIPTÓLOGO, ESCRITA DEMÓTICA, EGIPTÓLOGO, WIKIPEDIA, LIVRO DOS MORTOS, LIVROS DOS VIVOS, LIVRO DOS MORTOS, LIVRO DOS VIVOS, LIVRO DA VIDA, LIVRO DA VIDA, DELTA DO NILO, WIIPEDIA, DELTA DO NILO, WIKIPEDIA, BUDA, ADÃO, NIETZSCHE, MOISÉS, BUDA, ADÃO, NIETZSCHE, MOISÉS, WIKIPEIDA, AIRBUS, JORDÃO, BÁTEGAS, JORDÃO BÁTEGAS, AIRBUS, WIKIPEDIA, LUXO, MÁQUINAS, MOTOR, CONVERSÍVEL, LUXO, MÁQUINAS, CONVERSÍVEL, MOTOR, WIKIPEDIA, DIALÉTICA, INTELECTUAL, PLAGAS, DIALÉTICA, INTELECTUAL, PLAGAS, WIKIPEDIA, SUICÍDIO, SISO, PALHAÇO, SUICÍDIO, SISO, PALHAÇO, WIKIPEDIA, ALLÁ, CORÃO, ALCORÃO, ISLÃ, BÍBLIA, ALLÁ, CORÃO, ALCORÃO, ISA, BÍBLIA, WIKIPEDIA, TANAJURA, WIKIPEIA, TANAJURA, INJÚRIA, PEJÚRIO, INJÚRIA, PERJÚRIO, WIKIPEDIA.

CARTUXOS DOS FARAÓS - CARTUXOS DOS FARÓS - ESCRITA HIEROGLÍFICA

Cartela   ("cartucho")   de   Amen-hotep   II

CARTELA OU CARTUCHO DE AMEN-HOTEP II

HIERÓGLIFOS EM UMA ESTELA FUNERÁRIA

PEDRA DE ROSETA

domingo, 29 de novembro de 2009

ARQUIPÉLAGO

A solidão não se desmancha com um abraço /
mesmo no amplexo ducíssimo da enamorada banhada a ouro de lua /
ou a filha ainda menina acompanhada do anjo da infância /
http://tarapacamistico.files.wordpress.com/2007/12/luna_noche.jpg

A solidão jamais pode ser mitigada pela cor do luar /
que corta a noite com sua foice de luz fina /
- cada indivíduo que chega aumenta o arquipélago /
faz a solidão mais extensa nas águas do mar oceano /
e nas ilhas do arquipélago /
que somente aumenta em terras de solidão/
( a solidão do pensador de Rodin) /


A solidão de quem fica sozinho consigo /
não é sequer a pior solidão /
nem a mais lancinante /
mas sim a solidão compartilhada com outros seres humanos /
a solidão na multidão e na família /
- Quanto mais gente maior a solidão! /

Podemos fazer sexo /
destruir a solidão do corpo com o amplexo carnal /
porém ela estará em cada ser humano /
continuará inatingível e inexorável /
viajando léguas e léguas marítimas /
á flor do mar /
no fundo do mar oceano /
presa dentro do submarino /

- do submarino vivo que é o homem sob o mar /
enterrado no submarino de ferro e aço /
metais mortos que sepultam o corpo vivo do homem /
enquanto sob a imensa pressão das águas pesadas do oceano /
no fundo do mar de sua solidão imensa /
sua solidão mais profunda /
( solidão de Mar Cantábrico na procela /
com o farol ao longe sobre a rocha suspirando luz ) /


Temporal en el mar Cantábrico. Las olas batiendo contra la Isla de Mouro y su faro.MAR CANTÁBRICO, ISLA DE MOURO, MAR CATÁBRICO, ILSLA DE MOURO.
La costa cantábrica peninsular destaca por sus acantilados y rasas litorales. Cabo Menor (Cantabria). COSTA CANTÁBRICA, CANTABIA, COSTA CANTÁBRICA, CANTABRIA,CABO MENOR, CABO MENOR.
Mar Cantábrico desde el Muro de San Lorenzo (Gijón)
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